(Autor: Carolina Gonçalves - Agencia Brasil)
Fonte: http://www.ebc.com.br/noticias/brasil/2012/08/policia-federal-aumenta-combate-ao-garimpo-ilegal
Brasília – Com a constatação do aumento do garimpo ilegal nos últimos anos, a Polícia Federal intensificou sua atuação na região da Amazônia Legal. Em uma intervenção recente, denominada de Operação Xawara, na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, mais de 30 pessoas foram presas e 8 quilos de ouro apreendidos. Na operação, foram apreendidas seis aeronaves e R$ 150 mil em espécie, além de veículos e documentos.Segundo a assessoria da Polícia Federal, os agentes também têm expulsado garimpeiros de terras indígenas e unidades de conservação federais e mantêm uma base permanente na Terra Indígena Apterewa para evitar o renascimento do garimpo na região.
Dez equipes de policiais federais foram enviadas à região para reforçar o efetivo das unidades na repressão a crimes ambientais (Foto: Divulgação/Polícia Federal)
Dez equipes de policiais federais foram enviadas à região para reforçar o efetivo das unidades na repressão a crimes ambientais. A corporação garante que continua acompanhando e “que trata o crime ambiental, em especial na região amazônica, como uma de suas prioridades.”
A proliferação de garimpos clandestinos na Amazônia Legal teve início há quase cinco anos em proporções provavelmente superiores às características do garimpo em Serra Pelada, no sul do Pará, no final da década de 1970 e em 1980.
16 de agosto de 2012
Amazônia abriga terceira corrida do ouro no Brasil
Amazônia abriga terceira corrida do ouro no Brasil
Por Carolina Gonçalves, da Agência Brasil
(Yahoo! Brasil )
Nos últimos cinco anos, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) desativou 81 garimpos ilegais que funcionavam no norte de Mato Grosso, no sul do Pará e no Amazonas, na região da Transamazônica. O Ibama informou que foram aplicadas multas no total de R$ 75 milhões e apreendidos equipamentos e dezenas de motores e balsas.
Garimpeiro carrega baldes de cascalho no garimpo Serra Pelada, em Curionópolis, Pará. (Dida Sampaio/AE/2010)Nesta semana, fiscais do Ibama e da Fundação Nacional do Índio (Funai) e agentes da Polícia Federal, desativaram três garimpos ilegais de diamante no interior da Reserva Indígena Roosevelt, em Rondônia. Dezessete motores e caixas separadoras usadas no garimpo ilegal foram destruídos, cessando o dano de imediato em área de difícil acesso.
A retomada do movimento garimpeiro em áreas exploradas no passado, como a Reserva Roosevelt, e a descoberta de novas fontes de riqueza coincidem com a curva de valorização do ouro no mercado mundial. No ano passado, a onça – medida que equivale a 31,10 gramas de ouro – chegou a valer mais de US$ 1,8 mil.
Com a crise mundial, a cotação no mercado internacional, recuou um pouco este ano, mas ainda mantém-se acima de US$ 1,6 mil. No Brasil, a curva de valorização do metal continua em ascensão. No início deste ano, o preço por grama de ouro subiu 12%, chegando a valer R$ 106,49.
“É um valor muito alto que compensa correr o risco da clandestinidade e da atividade ilegal. Agora qualquer teorzinho que estiver na rocha, que antes não era econômico, passa a ser econômico”, afirma o geólogo Elmer Prata Salomão, presidente da Associação Brasileira de Pesquisa Mineral e ex-presidente do Departamento Nacional da Produção Mineral (DNPM), ligado ao Ministério de Minas e Energia.
Como a atual corrida do ouro é muito recente, os dados ainda são precários e os órgãos oficiais não têm uma contagem global. Segundo Salomão, que presidiu o DNPM na década 1990, depois da corrida do ouro de Serra Pelada, foram feitos levantamentos que apontaram cerca de 400 mil garimpeiros em atividade no Brasil.
Vista do garimpo de diamantes Lajes, dentro da terra indígena Roosevelt, dos índios Cinta Larga, em Rondônia. (Evelson …O secretário executivo da Agência para o Desenvolvimento Tecnológico da Indústria Mineral Brasileira (Adimb), Onildo Marini, cita duas regiões em Mato Grosso consideradas estratégicas para o garimpo: o Alto Teles Pires, no norte do estado, que já teve forte movimento da atividade e hoje está em fase final, e Juruena, no noroeste mato-grossense, onde o garimpo foi menos explorado.
“Tem garimpos por toda a região e tem empresas com direitos minerários reconhecidos para atuar lá”, relata. Como ainda há muito ouro superficial que atrai os garimpeiros ilegais, a área tem sido alvo de conflitos. As empresas tentaram solucionar o problema no final do ano passado, quando procuraram o governo de Mato Grosso e o DNPM. “A notícia que tive é que a reunião não foi muito boa. Parece que o governo local tomou partido do garimpo”, disse ele. Procurado pela Agência Brasil, o governo de Mato Grosso não se manifestou.
“Os garimpos mais problemáticos são os de ouro e diamante. Na Amazônia, incluindo o norte de Mato Grosso, estão os mais problemáticos e irregulares, tanto por estarem em áreas proibidas, como por serem clandestinos.”
A Reserva Roosevelt, no sul de Rondônia, a 500 quilômetros da capital, Porto Velho, é outro ponto recorrente do garimpo ilegal. A propriedade de mais de mil índios da etnia Cinta-Larga, rica em diamante, foi palco de um massacre, em 2004, quando 29 garimpeiros, que exploravam clandestinamente a região, foram mortos por índios dentro da reserva. O episódio foi seguido por várias manifestações dos Cinta-Largas, incluindo sequestros, que pediam autorização para explorar a reserva.
“Agora existe um grupo de garimpeiros atuando junto com os índios, ilegalmente. Agora, eles estão de mãos dadas. A gente viu fotografias com retroescavadeiras enormes”, diz o geólogo.
Os garimpos na Reserva Roosevelt voltaram a ser desativados esta semana, quando o Ibama deflagrou mais uma operação na região, com o apoio da Polícia Federal.
Marini explicou que ainda não é possível contabilizar os números da atividade praticada ilegalmente na região. “Não há registro. Na região do Tapajós, onde [o garimpo] está na fase final, falava-se em valores muito altos, em toneladas de ouro que teria saído de lá, mas o registro oficial é pequeno, a maior parte é clandestina. Ouro, diamante e até estanho, que é mais barato, na fase de garimpo, mais de 90% era clandestino”.
18 de julho de 2012
Spencer Wes escala o monte Kilimanjaro
Imaginemos: monte Kilimanjaro, localizado no norte da Tanzânia, junto à fronteira com o Quénia, é o ponto mais alto de África, com uma altitude de 5 891,8 m no Pico Uhuru. Este antigo vulcão, com o topo coberto de neve, ergue-se no meio de uma planície desavana, oferecendo um grande desafio mesmo para os mais experientes alpinistas.Imagine voçê escalando as rochas ingrimes e cobertas de neve. Achou uma tarefa dificil? Então imagine fazer isso sem as suas "duas preciosas pernas"!?
Spencer West escalou a montanha mais alta da África, o monte Kilimanjaro. O Kilimanjaro tem quase 6 mil metros de altura e é a quarta montanha mais alta do mundo. O feito é ainda mais sensacional quando descobrimos que o alpinista não tem as duas pernas.
Por causa de uma doença genética, West perdeu as pernas aos cinco anos. O objetivo da façanha era arrecadar dinheiro para campanhas de caridade. As doações para o americano ultrapassaram o montante de US$ 500 mil (R$ 1 milhão).
West levou seis dias para alcançar o topo da montanha e outros dois dias na descida. Parte do trajeto foi feita em cadeira de rodas e parte caminhando. Antes da subida, ele trabalhou cerca de um ano para fortalecer os músculos dos braços. Bela história, né?
Spencer West escalou a montanha mais alta da África, o monte Kilimanjaro. O Kilimanjaro tem quase 6 mil metros de altura e é a quarta montanha mais alta do mundo. O feito é ainda mais sensacional quando descobrimos que o alpinista não tem as duas pernas.
Por causa de uma doença genética, West perdeu as pernas aos cinco anos. O objetivo da façanha era arrecadar dinheiro para campanhas de caridade. As doações para o americano ultrapassaram o montante de US$ 500 mil (R$ 1 milhão).
West levou seis dias para alcançar o topo da montanha e outros dois dias na descida. Parte do trajeto foi feita em cadeira de rodas e parte caminhando. Antes da subida, ele trabalhou cerca de um ano para fortalecer os músculos dos braços. Bela história, né?
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O caso é que Spencer West, que nasceu em Toronto, no Canadá, há 31 anos, perdeu metade do tronco quando tinha cinco anos. Na época, os médicos disseram a seus pais que ele teria pouca ou nenhuma mobilidade se sobrevivesse. Ele sobreviveu e 26 anos depois não faria feio como integrante dos Vingadores
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